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Sistemas de Valores a receber: Banco Central avisará aos viúvos e órfãos sobre saque de valores esquecidos

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O sistemas de valores a receber é um novo sistema do Banco Central, para que cidadãos consultem valores esquecidos.

Nesse sentido, o sistema informará a órfãos e viúvos se há dinheiro a ser sacado.

Ademais, o sistema prevê liberar R$ 4 bilhões na primeira etapa, para que os indivíduos que tem direito possam receber esses valores esquecidos.

No entanto, o Banco Central estima que devolverá cerca de R$ 8 bilhões.

O sistema de valores do BC foi liberado em janeiro, e nesse mês recebeu cerca de 79 mil consultas de pessoas físicas e jurídicas.

E dentre esse número, 8,5 mil pedidos de resgate foram feitos, somando a quantia de R$ 900 mil.

Ademais, o Banco Central informou que quem deseja retirar dinheiro tem que agendar no mês de março e aguardar até três semanas para solicitar a retirada do dinheiro.

Como consultar o sistema de valores do BC?

Passo a passo para consultar o sistemas de valores a receber:

  1. Entre no site específico de consultado criado pelo Banco Central:https://valoresareceber.bcb.gov.br;
  2. Em seguida, informe seu CPF ou CNPJ, para consultar valores esquecidos;
  3. Ao entrar na plataforma, ela informará se você tenha dinheiro a receber. Anote a data que o sistema informar e guarde;
  4. Logo após, você terá que entrar no Gov.br, se não tem um cadastro, se inscreva gratuitamente no aplicativo ou site Gov.br;
  5. Nesse sentido, será necessário ter um cadastro ouro ou prata no Gov.br para resgatar o dinheiro;
  6. Além disso, retorne ao site na data informada pelo sistema e utilize o login e senha do Gov.br para entrar no sistema;
  7. Confira o valor disponibilizado e solicite sua transferência de recursos;
  8. Mas, se você perder a data de resgate dos recursos financeiros, retorne outro dia e o sistema informará outra data para retorno.

Calendário do sistemas de valores a receber

Para receber o dinheiro do sistema é necessário checar a data de nascimento ou de criação da empresa.

Nesse sentido, o sistemas de valores a receber dividiu os usuários em três grupos, de acordo com a data de criação da empresa ou data de nascimento do usuário.

Desse modo, os usuários que nasceram ou abriram uma empresa antes de 1968 podem consultar o site e recebem o dinheiro entre 7 e 11 de março.

O sistema informará ao usuário a data e horário para resgatar o dinheiro, e se o usuário não cumprir com o horário poderá pedir repescagem no sábado seguinte (12 de maço) entre 4h e 24h. 

Ademais, os usuários nascidos ou que abriram empresa entre 1968 e 1983 devem consultar o site e receber o dinheiro entre 14 e 18 de março.

Além disso, quem nasceu ou abriu empresa a partir de 1984 pode receber os recursos financeiros entre 21 a 25 de março, com repescagem prevista para o sábado seguinte (26 de março).

Mas, quem perder o prazo de repescagem pode solicitar o resgate a partir de 18 de março, independente da data de criação da empresa ou data de nascimento.

Por fim, o Banco Central informou que quem perder os prazos, não precisa se preocupar porque terão direito a receber o dinheiro definitivamente.

No entanto, enquanto não for solicitado ficará guardado pela instituição.

E se o correntista ter morrido: o que fazer?

Se o correntista tiver morrido, o Banco Central orientará terceiros legalmente autorizados que desejam solicitar os recursos do sistemas de valores a receber.

Nesse sentido, os tutores, herdeiros, curadores, procuradores, inventariantes e responsáveis por menores emancipados serão orientados pelo BC.

Mas, de acordo com dados da reportagem da Agência Brasil, a primeira etapa é composta por consulta ao sistemas de valores a receber com o CPF do falecido.

Ademais, a segunda etapa será informar aos solicitantes se há alguma quantia financeira e se ela pode ser sacada.

Nesse sentido, apenas titulares de conta prata ou ouro do portal Gov.br podem receber o dinheiro.

Mas, é importante mencionar que o saque do sistemas de valores a receber de falecidos só pode ser feito com autorização da justiça ou inventário.

No entanto, se o viúvo ou órfão não tiver inventário, poderá recorrer ao cartório.

Fonte: UOL e Poder360.

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