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Confira qual deveria ser o salário mínimo ideal brasileiro 

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O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) divulgou nesta quarta-feira (6) levantamento mostrando que para sustentar uma família de 4 pessoas, o salário mínimo necessário em junho de 2018 seria de R$ 6.527,67. O cálculo faz parte da Pesquisa Nacional da Cesta de Alimentos. Portanto, o salário mínimo ideal que uma família de quatro pessoas precisaria ganhar em junho é de R$ 5.421,84.

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Esse valor foi calculado em 4,93 vezes o salário mínimo ideal em maio (que era de R$ 6.535,40), e 5,39 vezes o piso mínimo nacional para aquele mês (que é de R$ 1.212,00).

O valor do salário mínimo ideal que uma pessoa solteira precisaria ganhar em junho é de R$ 5.934,00, que era o mínimo que uma pessoa solteira precisava ganhar em junho do ano passado. 

Na comparação anual, a queda do salário mínimo ideal deveu-se a uma ligeira desaceleração da inflação. O custo das cestas básicas subiu em nove das 17 capitais que o Dieese pesquisou em junho.

Entre maio e junho, o Nordeste teve um grande aumento. Essas cidades são: Fortaleza (4,54%), Natal (4,33%) e João Pessoa (3,36%).

Por outro lado, 8 cidades do Brasil tiveram queda, com destaque para a região sul: Porto Alegre (-1,90%), Curitiba (-1,74%) e Florianópoli Sri Lanka (-1,51%).

Relação entre cesta básica e o salário mínimo

A relação entre a cesta básica e o salário mínimo ideal.

Em junho, o tempo médio para comprar uma cesta básica de produtos foi de 121 horas e 26 minutos. Esse tempo foi superior às 120 horas e 52 minutos registradas em maio. Em junho passado, a viagem necessária era de 111 horas e 30 minutos.

Ao comparar o custo de vida com o salário mínimo líquido (ou seja, após o desconto de 7,5% associado à Previdência Social), a pesquisa constatou que os trabalhadores que recebiam o salário mínimo obtiveram em média 59,68% de sua renda em junho deste ano comprando produtos em O cesto. 

Esse percentual foi ligeiramente superior aos 59,39 por cento de maio. Em junho passado, quando o salário mínimo era de R$ 1.100,00, o percentual era de 54,79%.

Use a Educação Financeira a seu favor!

Podemos usar a educação financeira para entender possíveis soluções para um problema que existe há anos, afinal o salário mínimo ideal nunca será suficiente para suprir as necessidades de quem o aceita.

Então, se seu salário mínimo ideal é de R$ 1.212,00 (1 salário mínimo) ou mais ou menos, é importante que você tenha um controle financeiro onde possa registrar as entradas e saídas de recursos e por meio do qual você pode construir um orçamento. 

Com a organização do orçamento é possível identificar os gastos e ter uma base para as despesas do mês sem fugir da renda estimada. 

Deste modo, a renda familiar será de até R$2.424,00 por mês.

Se o orçamento for:

Renda Familiar: R$2.424,00

Alimentação: (R$1.226,12)

Aluguel: (R$500,00)

Transporte: (R$400,00)

Luz: (R$120,00

Água:  (R$60,00) 

Sobrando no final para essa família o valor de R$117,88.

Com esse valor não tem a possibilidade de se ter uma vida com qualidade.

Uma nova fonte de renda

Vendo isso é recomendado que se faça um novo Orçamento, com o que você tem hoje e com o que você gostaria de ter.

Uma ótima opção é uma fonte de renda extra, seja trabalhando de casa mesmo como freelancer ou em home office, ou também em pequenas tarefas que não gastam muito tempo.

A primeira experiência de encontrar uma renda extra pode ser difícil, afinal, fazer tudo de primeira pode ser desafiador, mas pode ser uma excelente maneira de aumentar seus ganhos mensais, proporcionando assim uma melhor qualidade de vida e mantendo uma renda proporcional ao desejado.

Alimentos mais caros na cesta básica do brasileiro.

Trabalhadores que não atingem o salário mínimo ideal em 2022 afetam o poder de compra das famílias brasileiras. O levantamento feito pelo Diese ainda revelou os itens alimentícios com maior crescimento de todas as capitais. Os maiores vilões são o café moído, o açúcar e o óleo de soja. No caso da borra de café, todas as capitais analisadas tiveram alta em relação a dezembro.

O açúcar também subiu, com valores subindo em 15 capitais. Em Brasília, os custos aumentaram 4,66%, sendo que apenas as cidades de Florianópolis e Porto Alegre tiveram queda, 1,9% e 0,22%, respectivamente. No óleo de soja, o produto atingiu novas altas em 15 capitais, com alta de 5,99% em Belém. Só Vitória e Aracaju, com preços baixos.

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