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Dólar cai após inflação nos EUA – Entenda melhor

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Após enfrentar três pregões seguidos de alta, a moeda recuou um pouco no início da semana. Graças a isso, o dólar cai e passa a ser comercializado próximo de R$5,30. De acordo com especialistas, a moeda seguirá em queda durante a semana, seguindo a mesma linha da moeda africana e dos commodities. Dessa forma, estima-se que o dólar possa chegar até R$5,25 em meados da próxima, sendo o menor valor desde o início da pandemia. Além desses, existem outros motivos responsáveis pela queda do dólar, que trataremos mais adiante. Sendo assim, se você quer saber tudo sobre esses fatores, continue lendo o texto a seguir para tirar todas as dúvidas.

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Queda do dólar e projeções futuras

Quando o dólar cai, temos que isso pode ser devido a diferentes fatores, como uma maré positiva para emergentes, que foi algo que ganhou bastante projeção nesta etapa vespertina, bem como outros fluxos pontuais que tiveram uma grande influência nessa queda. Além disso, outros recursos externos também foram ponto-chave na hora de causar uma queda no dólar e melhorar as projeções.

Um dos aspectos externos mais relevantes que foram responsáveis por essa queda foi sem dúvidas a taxa da renda fixa, bem como os ajustes das posições em relação a um mercado futuro, o que acabou trazendo uma liquidez relativamente reduzida, visto que o contrato do dólar teve seu vencimento para março, porém, girou pouco menos de 10 bilhões em faturamento.

Com a agenda lotada não só no país, mas também no exterior, o COPOM está com um apetite um pouco reduzido no que tange aos negócios, o que demonstra uma certa cautela em relação aos negócios. De acordo com as reuniões do órgão, a taxa IPCA do mês de janeiro e o Índice de Inflação ao Consumidor estão com valores maiores, o que pode reduzir a confiança do mercado e o valor do dólar também cair.

Além do mais, algo que está deixando o mercado relativamente preocupado é a PEC dos combustíveis que está prestes a ser votada na câmara e no Senado. Isso porque se criou um grande receio no que tange ao risco fiscal dessa medida, mesmo que ainda não seja possível identificar o impacto que a PEC traria para a taxa de câmbio. Sendo assim, o melhor a se fazer é aguardar os próximos capítulos para saber se vai ou não caducar tal PEC.

Sobre a queda

O dólar sofreu uma variação aproximada de mais ou menos 7 centavos. Com isso, o dólar encerrou o último pregão marcando uma queda de cerca de 1,25%, sendo este o menor valor dos últimos 6 meses. Isso ocorre mesmo após a moeda fechar o mês de janeiro acumulando uma queda de mais ou menos 4,84%, com uma nova baixa de cerca de 0,96% por mês. Somente em 2022, o dólar cai e já registra uma redução de 5,76% em seu valor total.

O índice DXY, do exterior, que é responsável pela medição do desempenho da moeda em relação a diversas divisas fortes, testou uma troca de sinal, adotando uma operação com viés que se aproxima da casa dos 95 mil pontos, mesmo com ganhos mínimos frente a moedas como o euro. Segundo o presidente do BCE (Banco Central Europeu), a inflação seguirá um ritmo elevado, pelo menos a curto prazo. No entanto, a longo prazo, estima-se que a inflação irá seguir um ritmo moderado, de acordo com o parlamento europeu.

No que tange as emissões corporativas que ainda estão em andamento, algumas fontes que foram ouvidas informaram que uma usina captou mais de 300 milhões de dólar em dívida externa no mercado internacional, através da emissão de bonds com o prazo de 5 anos. Esse investimento oferece um retorno interessante ao investidor, que pode receber até 10% de lucro ao fazer a sua compra. Além do mais, a própria empresa oferece aos seus investidores a opção de recompra após passados 3 anos da compras.

Para grandes operadores, essa performance é explicada por determinado fluxo de entradas de recursos durante a tarde, ou mesmo no desmonte da operação comprada para o mercado futuro. Com isso, estima-se que o dólar possa cair e a moeda brasileira se fortalecer.

Fonte: Isto é Dinheiro

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